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pilha de livros

_com toneladas de páginas para ler, estamos na 3ª semana de aula. Animado com fotografia e as histórias do professor-galã [segundo algumas meninas da sala…]. A leitura recomendada por ele é muito interessante e ao mesmo tempo confortavelmente conhecida, pois como designer gráfico procurei sempre as melhores fontes bibliográficas para pautar argumentos para sustentar as ideias junto a clientes e alguns patrões sem-noção estética. Em geral, todas as disciplinas apresentadas no curso muito me desafiam, e mesmo apreensivo com o volume de coisas para ler e principalmente compreender, estou satisfeito com a nova rota que escolhi. As conversas fora do contexto das aulas, mas intimamente ligadas aos assuntos abordados, ampliam a sensação de fazer a coisa certa.

_mesmo adotando uma atitude mais zen, acabei sendo rude [uia] com um veterano folgado que veio à sala para falar sobre o trote, na sexta antes do carnaval. Com um papinho desconexo, uma argumentação tosca como o propósito de “fazer amizades” foi me irritando aos poucos. Custa-me a acreditar que um estudante de jornalismo ainda não tenha percebido que não cabe mais este tipo de trote movido à álcool e brincadeiras depreciativas. Se a intenção era de confraternização, os veteranos apenas deixam claro que não aprenderam nada na universidade, e não conseguem acrescentar valor para aqueles que começam seus estudos visando uma evolução pessoal e profissional.

_Meu primeiro trabalho acadêmico me ensinou mais do que o professor pediu. Ao sair às ruas para fazer uma simples pergunta [uma enquete sobre violência em Curitiba], senti a dificuldade de abordar pessoas para realizar a tarefa. Não iria parar ninguém, porque não gostaria de ser interpelado para responder perguntas enquanto estivesse caminhando, pois estou sempre “com pressa pra chegar em algum lugar”. Resolvi abordar pessoas que estivessem paradas em frente a lojas, ou sentadas. Como precisava de 5 respostas, decidi que faria a questão para 15 pessoas, sendo uma parte casais novos e de meia-idade, mulheres e homens com crianças, dois jovens de ambos os sexos. Na primeira abordagem, um turista. Na segunda, a vítima era de outra cidade… Outra coisa complicada foi a abordagem: quando dizia que era “estudante de jornalismo”, cenhos se fechavam e nomes eram “não-ditos”. Foi uma coisa chata receber uns “nãos” estúpidos para algo tão simples. O que aprendi: não precisa dizer que você é jornalista…até para poder obter todas as respostas necessárias…

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